Nossa, quase dois anos sem vir aqui e tanta coisa aconteceu na minha
vida!
Como já relatei em outros posts, estava em tratamento para lúpus. Quando
recebi a notícia que minha alta seria em meados de dezembro de 2013, passei a
sentir fortes dores nos períodos menstruais. Eram dores incapacitantes, eu só
conseguia me levantar da cama à base de medicamentos fortes. E isso começou a
se repetir todo mês. Fui pesquisar os sintomas e desconfiei de endometriose.
Marquei consulta com minha gineco e ela solicitou uma ressonância magnética
pois ultrassom dificilmente revela esse problema. E assim eu descobri que um
novo problema habitava meu corpo.
Fui a um especialista, ele me indicou uma medicação de tratamento e
marcamos uma videolaparoscopia para o final de novembro. Meu marido estaria
viajando a trabalho e eu passaria nosso niver de casamento em repouso, mas eu
tinha pressa, muita pressa, pois o lúpus poderia retornar a qualquer momento e
eu teria de tratá-lo novamente, o que me impediria de engravidar. E assim foi
feito. O médico me disse que se eu não engravidasse em 6 meses, deveria
procurar ajuda médica para um tratamento de fertilidade porque a endometriose
não tem cura, ela volta e tem de ser constantemente tratada e monitorada. Uma
portadora dessa doença não pode menstruar, pois a menstruação
"alimenta" a endometriose. Para isso eu deveria usar um
anticoncepcional continuamente. Mas quem tem lúpus não pode ficar recebendo cargas
de estrogênio no organismo porque pode piorar o caso. Um dilema na minha vida!
Um dia terei de fazer histerctomia total e assim tentar me livrar da
endometriose. Sim, tentar, pois nem isso é garantia que ela desapareça...
Também recebi a orientação de minha gineco da mesma forma, ela me indicou uma
das maiores especialistas em fertilidade aqui na minha cidade, me disse para já
deixar marcada a consulta, pois ela era muito procurada, consultório sempre
lotado. E assim eu fiz.
Passou o Natal, Janeiro, Fevereiro e nada... Todo mês uma frustração,
muito choro, me sentia um lixo porque não conseguia dar um filho ao meu esposo,
porque os problemas de saúde eram todos meus. Eu me ajoelhava no chão da minha
sala e chorava aos pés de Deus pedindo misericórdia sobre minha vida. Era como
se eu não tivesse o direito de ser feliz! Eu via o tempo correndo, o medo do lúpus
ou da endometriose voltar e eu ter de recomeçar os tratamentos, voltar a
engordar (cheguei ao manequim 48, sempre usei 42), perder cabelos, ficar cheia
de espinhas, me desmarcar nas fotos que amigos me marcavam no facebook...
Enfim, viver todo o terror novamente... Graças a Deus, meu marido estava ali,
ao meu lado, assim como minha família, me dando forças, me incentivando,
evitando tocar no assunto de filhos, netos etc.
Assim como muitas mulheres que tentam engravidar e não conseguem, ouvi
muitas opiniões ignorantes de pessoas que conseguiram engravidar facilmente ou
simplesmente nem tentaram ainda e não viveram essa dificuldade. "Relaxa
que você consegue!", "Faça uma viagem com seu marido!",
"Por que vocês não adotam?" Muito fácil falar, né? Uma vez publiquei
um desabafo no meu facebook que foi compartilhado por várias amigas que estavam
de saco cheio das "cobranças" dos outros. Nele eu falava que se um
casal não tem filhos, não tem porque você perguntar o motivo. Ou eles ainda não
querem no momento (e você não tem nada a ver com isso), ou eles não pretendem
ter filhos (e você também não tem nada a ver com isso e nem vai mudar a opinião
deles), ou eles possuem algum problema e estão em tratamento ou o problema
deles não tem solução e eles podem até estar amadurecendo a ideia de adotar (e
ao perguntar sobre filhos você pode estar "cutucando" uma ferida).
Portanto, cuide da sua vida e espere o casal, por vontade própria, compartilhar
com você o motivo.
Não, eu nunca pensei em adotar. Talvez se eu fosse até as últimas
consequências e não obtivesse sucesso, eu pensasse nisso. Adoção é um dom, deve
nascer no coração do casal, ser muito bem pensado e amadurecido. Não é uma
caminhada fácil, é cheia de burocracias, às vezes decepções, e leva um certo
tempo. Não deve ser feita para dar uma satisfação à sociedade nem muito menos
os netos que seus pais tanto queriam. É uma decisão de muita responsabilidade e
amor para encarar o que vier. Você deve ter na mente que a criança é sua sim,
aconteça o que acontecer, mesmo não sendo seu sangue, é seu filho porque é você
que está educando e cuidando dele. Não, eu não estava preparada (ainda) para
isso.
E nas minhas orações eu não pedia a Deus um filho, eu pedia que, se não
fosse da vontade dEle que eu tivesse um filho biológico, que ele me consolasse
e arrancasse esse desejo do meu coração. Meu sonho, como o de muitas mulheres,
não era apenas ser mãe, eu queria viver uma gravidez, ver a barriga crescer,
sentir o bebê mexer dentro de mim, ver meu esposo e minha família curtindo
minha barriga, enfim, viver tudo (tudo mesmo, bom ou ruim) que uma gravidez
poderia proporcionar.
E todo esse turbilhão de emoções, esse sofrimento, me levou a me afastar
de tudo que me machucava de alguma forma. Inventava mil desculpas para não
participar de chás de bebês, me afastei de pessoas que me faziam mal, decidi
ser egoísta mesmo, cuidar de mim, da minha vida, dos meus sonhos. Eu que sempre
me envolvi com os problemas dos outros, sempre tentei ajudar, compreender,
aconselhar, agora precisava de ajuda.
Em março voltei a sentir cólicas e me desesperei. Resolvi buscar ajuda
na clínica de fertilidade que minha médica indicou. Já ao marcar, nos solicitaram
vários exames, tanto para mim quanto para meu esposo. Fizeram uma varredura completa!
Fora ultrassons e exames invasivos, eu tirei cerca de 18 tubos de sangue. Em
abril, lá estava eu na clínica, com todos os exames em mãos. E ao entrar lá, eu
vi que eu não estava sozinha. Vários casais, de novinhos a mais velhos,
compartilhavam da mesma dificuldade. Fui tratada com muito carinho, me senti
amparada, me enchi de fé! Ouvi as histórias de outras mulheres e isso me
renovou! Meu esposo não podia me acompanhar nas consultas por causa do trabalho
dele na época, fui a quase todas sozinha. Mas eu sabia que Alguém maior, o
maior amor do mundo, estava ao meu lado, me segurando pela mão e me dizendo
"Não tema, eu estou aqui para te dar toda a força que você precisa. Não
desista, vai dar tudo certo, mas eu preciso que você faça a sua parte".
Então eu recebi a notícia que mais um problema habitava em mim: trombofilia.
Eu tinha a mutação C677t, homozigota, um dos mais graves casos de trombofilia.
Então isso, mais o lúpus e a endometriose, estavam trabalhando em conjunto me
impedindo de engravidar. Eu precisaria fazer uso de algum anticoagulante. As
clínicas te dão 3 opções de tentativas para engravidar: coito programado,
inseminação artificial ou fertilização in vitro. Meu caso foi analisado e, por
conta disso tudo e da minha idade (37 anos na época), a chance de engravidar
utilizando um dos dois primeiros métodos eram remotas. Como eu tinha pressa e
não podia perder dinheiro, optamos ir direto para a FERTILIZAÇÃO IN VITRO. E
assim foi iniciado o processo.
Eu não tinha noção de como a caminhada da FIV (fertilização in vitro)
era difícil. Eu achava que tomava uns remédios, colocava o embrião e pronto.
Não, meu sofrimento ainda não tinha acabado... Precisei correr atrás de um bom
hematologista para acompanhar a trombofilia, eu iria precisar tomar,
diariamente, uma injeção de anticoagulante, a clexane. Uma medicação caríssima
que os planos de saúde não cobrem, teria que solicitar através do Governo. Passei
por duas médicas e fui super mal atendida, disseram que eu não iria conseguir
as injeções e que teria que fazer uma poupança para comprar. Eu gastaria por
mês cerca de R$ 1.200,00, isso porque minha dosagem era das mais baixas! E aí
um anjo enviado por Deus (mais um, pois toda a equipe que me acompanhou foi
formada por excelentes profissionais!), uma hematologista que também tinha
trombofilia e também sofreu para engravidar, entrou na minha vida! Me recebeu
com carinho e atenção, me explicou tudo direitinho e disse que sim, eu iria
conseguir as injeções. No meu caso, apenas aspirina seria suficiente, mas eu
sou alérgica, então só o clexane mesmo resolveria. Dois dias depois, sem que eu
precisasse fazer nada, a clínica dela me avisa que meu plano de saúde iria
cobrir a medicação! E foi assim, eu vendo a mão de Deus em cada passo que eu
dava... Isso me enchia de esperança porque eu via que estava caminhando
corretamente.
Toda vez que alguém me perguntava por filhos, eu falava que tinha vários
problemas de saúde, estava fazendo um tratamento e pedia que essa pessoa orasse
por mim. E uma grande corrente de orações se formou ao nosso redor. Me dá um nó
na garganta só de escrever isso. O poder de Deus é algo imensurável! Tinha
gente orando por nós em vários lugares do Brasil, do mundo! Amigos levaram
nosso pedido para suas igrejas, seus grupos familiares, suas reuniões de
oração. Muita gente, ao passar por um tratamento assim, prefere manter sigilo.
Eu não, eu PRECISAVA me sentir amparada.
E começamos as medicações para estimular a ovulação e realizar a
aspiração dos óvulos. Eu precisava ficar indo à clínica acompanhar a evolução
através de ultrassom. Foram dias muito cansativos, de muita expectativa. A
medicação era cara e mexia com o emocional e com o meu corpo. Eu sentia cólicas
e tudo o que eu queria era que terminasse logo tudo aquilo. Eu trabalhava perto
da clínica e, por muitas vezes, esse percurso foi feito a pé, chorando muito,
orando, suplicando a Deus por forças. E nessas horas eu me lembrava de todo o
apoio que estava recebendo, das orações de todos. Assim como passei a fazer
parte de grupos do facebook sobre lúpus e endometriose, agora eu tirava minhas
dúvidas e também encontrava apoio e conselhos em grupos sobre trombofilia e
FIV. As medicações eram injetáveis e eu mesma aplicava. Meu esposo quando me
viu gemendo e chorando na hora de aplicar, me disse que se eu não estivesse
mais suportando tudo aquilo, eu poderia desistir, ele me apoiava, ele entendia.
Não, eu não podia desistir! Já havia chegado até ali e não eram aquelas agulhas
que me arrancariam meu sonho!
E a evolução dos óvulos deu certo! A médica ficou empolgada com minha
produção, considerada muito boa para minha idade! Isso me animou bastante e me
fez ver que valia a pena continuar! A aspiração foi realizada no final de Maio.
Combinei no meu trabalho para dividir minhas férias em duas etapas de 15 dias
porque eu iria precisar de repouso: a primeira para a aspiração e a segunda
para a transferência dos embriões. Foram aspirados 19 óvulos, 14 estavam maduros,
10 foram fertilizados. A evolução era repassada pelo telefone. A cada dois
dias, a embriologista da clínica me ligava para dar notícias. Quando eu via o
número no visor do celular, eu gelava. Morria de medo de perder meus embriões,
de pararem de evoluir. E no final restaram 6. Resolvi fazer uma pesquisa
genética neles para descartar problemas e evitar frustrações com abortos. E foi
ótimo, pois dos 6, dois tinham problemas e a gravidez provavelmente não
vingaria. Meus embriões foram congelados e ficaram aguardando o dia da TEC
(transferência de embriões congelados).
Passou Junho, Julho e chegou Agosto. Todo esse tempo eu cuidei da
alimentação, mantive minhas sessões de pilates e fui ocupando minha cabeça para
não pirar com tanta expectativa. Nesse meio tempo precisei fazer o “ensaio” da
TEC. Foi muito, MUITO difícil. Meu útero é retrovertido e tanto isso quanto a
anatomia do meu corpo dificultavam a localização do colo do útero para inserir
o catéter da TEC. A médica disse que eu era um desafio para ela, mas que
iríamos conseguir. Me pediu para perder uns quilinhos, fazer uma dieta à base
de proteína e me deu outras dicas para termos sucesso. Saí da clínica chorando.
Medo, muito medo de morrer na praia. Não era possível, tinha chegado até ali e
no dia da TEC não daria certo? Força, foco e fé! Mais remédios, mais hormônios
e recebi a maravilhosa notícia: meu endométrio estava pronto para receber os
embriões. Decidimos transferir dois para termos mais chances de sucesso. Cinco
dias antes da transferência, iniciei o clexane. Dolorido, difícil, mas eu sabia
que teria de usar por toda a gestação e até um mês após o parto, então eu
precisava me acostumar e ir testando os locais de aplicação até descobrir onde
doía menos. E no final de Agosto fomos fazer a TEC. Meu esposo pensou em tudo,
dirigiu com mais cuidado, separou um cd especial para irmos ouvindo. Um dia
muito esperado, era praticamente o final de tudo, de todo o processo. Vimos
nossos embriões no microscópio, nos emocionamos. Trocamos de roupa e fomos para
a sala da TEC. Pelo monitor, vimos a hora exata que nossos embriões entraram no
meu útero. O ensaio foi horrível, mas ajudou bastante para que a médica
soubesse até mesmo quantos copos de água eu deveria tomar para a hora da TEC e
foi super tranquilo. Ela disse: “coloquei na cama e cobri com o cobertor”.
Agora eles estavam aqui, dentro de mim, meus dois cristais com os quais
eu deveria ter o maior cuidado do mundo. Me levantei da maca morrendo de medo
que eles “escorressem” pelas pernas. Voltamos para casa, esposo dirigindo super
devagar. Me deitei e fiquei de repouso absoluto por um dia. E fiz o máximo de
repouso possível, passava a maior parte do tempo deitada na cama ou no sofá,
tomava banho sentada, cuidei da minha alimentação. Aproveitei para ler
bastante, principalmente a Bíblia. Também fiz muitas pesquisas na internet e
interagi bastante no grupo de FIV do Facebook. Mas eu lia sobre os sintomas das
outras meninas e via que eu não tinha NADA daquilo. Comecei a perder as
esperanças... Algumas meninas faziam logo um teste de farmácia antes do dia
marcado para o exame de sangue. Graças a Deus, eu consegui me segurar e não fiz
também. Mas já tinha quase certeza que não tinha dado certo... O exame seria
numa quarta-feira, no domingo eu disse a meu marido que não tinha mais
esperanças. Ele ficou arrasado, ficou pesquisando sobre os sintomas e tentou me
animar dizendo que nem todas as mulheres sentem que estão grávidas. Mas tantas
precisam de várias tentativas para conseguir, por que comigo, com tantos
problemas, conseguiria logo na primeira tentativa??
Chegou o grande dia do exame de sangue. Fui cedinho para o laboratório e
nesse mesmo dia voltei para minha própria casa, até então eu estava de repouso
na casa dos meus pais. Eu queria ficar sozinha. Queria receber a notícia
(positiva ou negativa) sozinha e dividir primeiro com o meu esposo. A hora
limite do resultado era 15:30. De instante em instante eu atualizava a tela do
computador e nada... Meu marido ficava me ligando para saber e eu pedi a ele
que não ligasse mais, pois aquilo estava me estressando. Positivo ou negativo,
eu ligaria para avisar. Na hora marcada, liguei para o laboratório e me
disseram que já estava lá, iriam atualizar o sistema. E assim o resultado
apareceu. Eu filmei a tela na hora exata que eu abri e li o resultado, pois
queria de alguma forma fazer uma surpresa para meu marido. E lá estava o
inacreditável resultado: um super POSITIVO! Uma dosagem super alta,
provavelmente gêmeos. Eu gritava e chorava feito uma doida: estou grávida!
Estou grávida! Meu Deus, não acredito!! Obrigada, meu Deus!!
Enquanto isso, no trabalho do meu marido, todos aguardavam a grande
notícia ao lado dele. Queriam filmar ele chorando, queriam comemorar. Liguei
para ele e dei a grande notícia. Ele desabou em lágrimas. Fizeram uma grande
festa, tiraram fotos (e aqui estou eu novamente com os olhos cheios de água
relembrando tudo isso...). O chefe dele o liberou mais cedo para que pudéssemos
comemorar juntos. Liguei para meus pais para contar a novidade. Postei no
zapzap da família de meu marido o resultado do exame. Nossa, quanta felicidade
para todos nós, quanta espera, como oramos, como intercedemos! Muita, MUITA
gratidão a Deus! Um milagre havia acontecido na nossa família!
E meu esposo, agora papai, chegou em casa com um lindo arranjo de flores
e um lindo cartão. Nos abraçamos e choramos muito, nosso maior sonho estava se
realizando. Passou um filme na nossa cabeça de tudo o que vivemos até ali,
valeu a pena cada sacrifício, valeu a pena o investimento, valeu a pena! Fomos
jantar fora para comemorar e dividimos a notícia pelo zapzap com os amigos mais
íntimos. Todo mundo vibrando muito, chorando conosco. Era a resposta de oração
que eles tanto buscaram.
Final de setembro, primeiro ultrassom e lá estavam eles: GÊMEOS!! Muita,
muita bênção de Deus, a obra completa de um Deus fiel e bondoso! Revelamos a
grande bênção no facebook e recebemos lindas mensagens. Gente dizendo que
estavam todos grávidos conosco e que o sonho não era só nosso. Sabíamos de todo
o trabalho que teríamos, de como dois bebês de uma vez só mudariam MUITO nossa
vida, mas era uma felicidade imensa!
Minha gravidez, apesar do alto risco, correu tranquila. Não tive enjôos,
não inchei quase nada, cheguei até 38 semanas. Fui acompanhada pela
ginecologista, hematologista, nefrologista, reumatologista, cardiologista e
nutricionista. Engordei apenas 7kg. Por conta dos meus problemas, precisamos
fazer a cesárea, não dava para esperar por um parto normal. E deu tudo certo!
Hoje eles estão conosco, nosso sonho, nossos milagres, nosso casal de gêmeos:
Tito e Ester. Nasceram em Maio, já estão com 6 meses e são a razão de nossas
vidas, a alegria da família!
O que posso dizer aqui é: não deixe de sonhar, de acreditar. Entregue
nas mãos de Deus, confie! Se não tiver de ser, Ele vai te consolar e te mostrar
outros caminhos. Se tiver de ser, ele vai te mostrar o caminho a seguir. Esqueça
as pessoas negativas, gente que não tem nada de bom para comentar. Se junte a
quem te coloca pra cima, te faz bem, te dá apoio. Força, foco e fé!
Eu acredito em milagres e você?
Que Deus te abençoe!







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